quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Mini 1000 de 1976 - Motor a falhar...

Este Mini 1000 pertence ao Pedro C. e chegou cá com um problema no motor. Estava a falhar e parecia a junta da cabeça queimada. Vamos abrir...Na "sala de espera"...
Cabeça fora! Bom aspecto geral e muito pouco "calo" nas camisas. O motor está muito bom de facto, por isso, o problema devia ser na cabeça...
E aqui está ela. E foi fácil de ver o terceiro cilindro com a válvula de escape derretida...
Tão pouco e ao mesmo tempo tão grande! Este buraco na válvula é o suficiente para medir 2 kg de compressão no cilindro, em vez dos 11 kg lidos nos outros 3...
Deixámos o bloco e as camisas bem oleadas até recebermos a cabeça de volta do torneiro. Vamos aguardar por novidades...

RT

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Post nº 100

Olá a todos.

Calculo que ninguem tenha reparado, mas a verdade é que o blog da C.C.G. acaba de chegar ao "post" numero 100. Este facto, aliado aos comentários e ao numero de visitas que o blog regista neste momento, são factores mais que suficientes para se considerar esta ideia mais do que bem sucedida. Originalmente criado apenas para mostrar o trabalho de um grupo de amadores, o blog já começa a ser paragem obrigatória para algumas pessoas que, tal como nós, prezam os carros antigos de uma forma mais intensa. No entanto, não é o blog que está de parabéns, mas sim todas as pessoas que, de uma forma ou de outra, contribuiram para que isto acontecesse, quer pelo trabalho, quer pelas suas visitas, que são no fundo, o principal motivo que nos levam a ter o cuidado e a determinação de continuar esta ideia. Sempre com a intenção de melhorar, o blog espera continuar a ter as visitas que tem tido, e quem sabe, mais ainda!

Obrigado a todos e boas curvas nesses clássicos...


RT

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Morris Cooper S 1966. Foi quase, foi quase...

Hoje ligou-me um colega que já não via á muito tempo, demasiado até, e após uns minutos de conversa, convidou-me para conhecer a sua casa nova, comprada a um senhor de idade,e que, curiosamente, fica a cerca de dois quilometros da C.C.G. Apesar de estar cheio de trabalho, e por insistência do meu colega, aceitei o convite e fui visitá-lo. Depois de ver a casa toda, que foi construida nos anos 50, chegámos á garagem, e tal como o resto da casa, estava atulhada de tralha velha em caixas e sacos espalhados por todo lado. Estranhei imediatamente aquele espaço vazio e demasiado limpo no centro da garagem. Faltava ali um carro, e de certeza que era á muito pouco tempo. Foi então que ele me contou...Para facilitar as obras, chamou um sucateiro para carregar a sucata que estava na garagem que iria servir de armazem para os novos materiais, e como é obvio, o fulano começou pelo carro que estava lá dentro: Um Morris Cooper S de 66, verde com o tecto preto, que o antigo dono tinha deixado para trás, com os respectivos documentos e declaração de venda para o meu colega, caso não o quisesse, dar a alguem que o aceitasse, uma vez que o senhor já não conduzia. Estive 10 minutos em estado de choque, e quando recuperei, comecei rapidamente a vasculhar todas as caixas que encontrei, porque acabara de ver em cima de uma prateleira uma grelha de um MKI. Entre pneus velhos e jornais, começaram a surgir as primeiras provas do bárbaro crime que ali tinha ocorrido...
Manetes do pisca MKI, farolins traseiros MKI, vidros de pisca brancos (em vidro mesmo...), espelhos, cinzeiros, tampões de roda e finalmente...
...o golpe final!!! O emblema do capôt de um Morris Cooper.
Os farolins originais do carro. Em 1970, o tal senhor mandou instalar uns farolins do 1000, porque segundo ele,..."ficava mais moderno".
A grelha original. Uma das alhetes soltou-se do rebite e o senhor comprou uma nova, em 198...
Claro que liguei para o sucateiro, mas apenas para ouvir o que já esperava: o carro agora era um fardo do tamanho de uma caixa de sapatos. Tambem conversei com o antigo dono e fiquei a saber a história toda do carro desde o dia em que foi comprado até á venda da casa. Expliquei então aos dois a minha actual relacção com os Minis e o significado da expressão "automovel clássico. O senhor ficou aborrecido por não ter dado outro destino ao carro, mas tambem por ter ficado com a noção de que deitou fora uns milhares valentes de euros. Como é que é possivel, em pleno 2007, acontecer destas coisas? Este meu colega lembra-se do meu primeiro Mini, mas como não nos viamos á uns 8 anos, não sabia desta minha paixão, e o pior de tudo é o sucateiro. Quem é o sucateiro digno desse nome que não sabe que os Minis valem mais inteiros? Ainda não estou totalmente refeito do desgosto, mas já me perguntei mil vezes como é possivel ter passado tantas vezes á porta daquela casa e nunca ter reparado ou visto o que estava lá dentro. Como é possivel??? Morris Cooper S de 66, foi quase meu. Foi quase...
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Austin 8 de 1947. Reparação do motor.

Esta semana chegou um motor de um Austin 8 de 47 que entre outras coisas, estava com pouca compressão e exesso de fumo azul...Após medirmos a compressão dos cilindros, a decisão foi fácil de tomar, é para tirar e abrir para ver até que ponto está mau...

De válvulas ao bloco, este pequeno motor é na realidade o antecessor do famoso série A que equipou mais tarde os Minor e depois os Minis. É interessante a quantidade de semelhanças entre os dois tipos de propulsor.
De construção robusta, este motor ainda não dispunha de bomba de água, sendo a refrigeração feita por sistema de "cifão", ou seja, a água quente (mais leve...) sobe até entrar no radiador , onde é arrefecida pela ventoinha e pela deslocação do carro, até descer e entrar novamente no bloco. Estranho??? Para as necessidades do carro chegava, e alem disso, antigamente, as pessoas tinham mais tempo para esperar caso o motor começasse a aquecer. Velhos tempos em que ir de Lisboa ao Porto era um dia de viagem...
Cabeça fora, e o aspecto era este! Algum desgaste dos cilindros, mas o pior eram as válvulas. As sedes e as guias estão muito gastas. Vai ser necessário reparar tudo.
Aspecto da cabeça. Não há muito a dizer, facear muito levemente e montar.
As válvulas ao bloco. Neste caso até já têm afinadores, mas existem motores (americanos sobretudo), em que as válvulas não têm afinadores. A folga é ajustada com uma lima, desbastando o necessário no topo da válvula. Afinar válvulas num V8 desse tipo, é coisa para um dia ou mais de trabalho, depende do modelo. Abençoadas "touches" hidráulicas...Solução encontrada para suster as "touches" e tirar a A. cames, aqueles "ferrinhos" que sobram dos rebites. Dá sempre jeito ter alguns por perto.A a. cames. A de cima é ado Mini. Confesso que nunca tinha visto uma de um Austin 8, e se não soubesse de onde era, diria que alguem tinha transformado uma de um Mini. Mais uma semelhança entre os motores.Ligeiramente mais comprida mas aplicavel, esta é a principal diferença que impede de facto a montagem de uma cames de Mini no Austin 8. O encaixe para o carreto da distribuição é totalmente diferente, ou corriamos o risco de ter um Austin 8 com uma 286 ou até mesmo uma 649 e a dar quase os 100 km'h...
Fora de brincadeiras, o trabalho vai continuar, e como sempre, vou tentar estar o mais actualizado possivel. Até breve.
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MGB "pull handle" 1965. Mais uma história...

Hoje apareceu na C.C.G. um MGB de 65 para uma "vista de olhos". O motor foi afinado e, embora precise de reparar o distribuidor que tem muita folga no veio, o trabalhar da "máquina" ficou mais certinho.
Outra operação que fizemos esta tarde, foi a lubrificação das jantes e dos cubos, porque as jantes raiadas destes carros quando ficam muito tempo sem ser desmontadas, podem ficar gripadas nas estrias dos cubos e causar muita "dor de cabeça". Antes que isso acontecesse, optámos por prevenir...
Bonito e com um som inspirador. Inglês mais classico que isto não deve haver...
Aqui começam os truques. Há por ai muito boa gente que não sabe como se desapertam estas jantes, e o resultado costuma ser desastroso. A palavra "UNDO" significa "desfazer", ou neste caso, "desapertar", e apesar de pensarmos que deve ser engano, as porcas do lado direito do carro, desapertam ao contrário do que é normal. No caso dos Jaguar's que usam o mesmo sistema, mas sem a aplicação da chave porque as porcas têm uma espécie de "orelhas" próprias para bater com um martelo de bronze, já vi quem batesse nas porcas até partir alguma coisa ou desfazer essas mesmas "orelhas" apenas por desconhecer este dado.
Com a chave no sitio, bate-se com um martelo vulgar até aliviar a porca...
... e com um pouco de sorte, acontece isto: a roda sai facilmente. Reparem nos pernos que serviam para segurar a jante de ferro se fosse esse o caso. Aqui servem para segurar o cubo com as estrias para estas jantes...
E cá está! aplica-se uma camada fina de massa cobreada e em principio temos o problema resolvido por muito tempo. Se possivel usem sempre este tipo de massa porque é muito mais resistente ao calor dos travões e não corremos o risco de lubrificar os discos, o que para algumas pastilhas e discos que chiam mais que um cabrito desgarrado até dava jeito, mas enfim...
Agora não há desculpa para ficar apeado por não conseguir tirar as jantes fora...
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quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Antigamente era assim...

Hoje andei a rabuscar uns albuns antigos de fotografias e encontrei umas fotos que já não via á uns tempos. É curioso ver o que mudou em meia duzia de anos acerca dos meus Minis.Em 1998 este Clubman 1100 era o carro do dia-a-dia. O famoso GM-42-95.
Ainda hoje continuo a considerá-lo o Mini mais equilibrado que já conduzi. O consumo do 1000 com a velocidade do 1275 GT. Dava 160/170 km'h em linha recta. Em velocidade, os 1275 GT não lhe fugiam...
Dentro de Lisboa ninguem se chegava ao pé dele, todos me davam prioridade. Vá-se lá saber porquê. Vendi-o em 2002 e sei que anda para os lados de Mafra...Espectaculo de carro.
E a minha primeira "garage"??? Cabiam nove Minis lá dentro e ainda chegava para guardar o material todo. Na foto está o IG (850 de 63), um Austin 1300 de 68 que já foi derretido, uma Ima de 77 que ainda tenho, um 1000 creme que vendi para odivelas e o 850 verde que está em Pedrogão...
O lado oposto. O meu "Azul", Mini Clubman 1000 de 73 que é o meu primeiro carro de sempre. Ao lado está a minha IMA amarela e encostado á parede estava naquele dia o 1100 castanho, o tal GM...
Sem saber como, estas fotos já têm uma boa meia duzia de anos, e assim que puder, vou publicar umas dos meus 18 anos e dos tempos em que o meu azul era ainda castanho, e ainda umas outras muito giras de outro Minis que passaram cá por casa...
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sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Minis no Rallye RAC

O Helder enviou-me estas fotos antigas. Apreciem máquinas a sério em acção...













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sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Jantes de Mini - Os modelos

Á já algum tempo que ando para fazer este "post", mas a dificuldade e diversidade do assunto tem-me feito adiá-lo vezes sem conta. Falar de jantes de Mini (e outros...) não é tão fácil como parece assim á primeira vista pois o Mini deve ser o carro clássico que dispõe de mais tipos e medidas diferentes de jantes, originais ou especiais. As marcas, os desenhos, os modelos, as medidas e nalguns casos, as versões diferentes, tornam o tema muito vasto. Vou tentar falar de modelos e medidas para começar, mas de certeza que durante o "post" surgirão duvidas para as quais conto com a ajuda de quem ler este artigo. Gostaria de fazer uma espécie de "catálogo" para que toda a gente que, tal como eu, gosta de/ou colecciona jantes, pudesse usar como referência. Vamos lá começar pelas mais fáceis, mas á medida que surgirem mais, vou actualizando o "post".-Fila de cima da esquerda para a direita: 1275 GT de origem, designada "Rostyle". Considera-se uma jante semi-especial, pois apesar de ter um desenho invulgar, continua a ser feita de ferro.



-A seguir está uma das jantes mais vistas de sempre, a famosa "BWA" de 5,5". Esta foi sem duvida uma das jantes que mais se viu durante a decada de 70, em todas as marcas de carros. De fabrico italiano, a BWA ainda hoje existe, apesar de já não fazer nada para estes Minis.








-A terceira jante é uma "Cosmic" de 5,5" e faz parte da vastissíma gama de opções de outra marca bastante famosa dos anos 60 e 70. A "Cosmic" é originária de Inglaterra e tambem disponibilizava outros acessórios especiais. Manetes, pedais, fechos de capôt, etc, etc. Ainda existe.





-Fila de baixo:





- Jante da esquerda:"BWA" de 6". Para mim, estas são as jantes mais expressivas que se podem montar num Mini. Tipicamente anos 70, o seu "offset"(aba exterior) conferem ao carro um aspecto muito mais agressivo e desportivo e o seu desenho simples e agradável torna-as muito desejadas pelos condutores.





-Jante da direita: "Cosmic" de 6". Este desenho ficou imortalizado durante a decada de 60. Muito usada nos Cooper, esta jantes eram extremamente robustas devido á sua construção. Os raios acompanham a aba exterior, o que lhe dá uma resistência acrescida, ainda com a vantagem de serem bastante bonitas. Vinham pintadas de preto com a face dos raios e a aba polida.




- "Delta"5,5". Do mesmo fabricante das "Delta Mics" dos Renault's, esta jante é rara em Portugal, apesar de ser bonita. - "Mistral" de 5,5". Semelhante ás famosas "Miniligth" mas com apenas seis raios em vez dos normais oito, o seu "offset" generoso e o espaço entre os raios dá-lhe um "look racing", mas a verdade é que são fracas para competição. Tendem a partir junto dos pernos e a perder o aro.- "BWA" de 5,5": Do mesmo fabricante das primeiras BWA que vimos mas com outro desenho. Foram as minhas primeiras jantes especiais de sempre, e hoje não se veem muitas.Para descontrair um pouco...Aspecto geral das minhas pratelairas para pneus e jantes. Na parede oposta está outro igual...- Marca desconhecida de 5,5". Não possui qualquer tipo de marca ou letras, mas é engraçada. Quem sabe dizer mais alguma coisa acerca destas jantes???- Rover de 5": Originais dos Mini Check-mate, After-eight, Flame red e cooper a partir de 1990.




-Jantes de ferro originais alargadas. Nos anos 60 e 70 era comum alargar as jantes de origem para montar pneus mais largos e melhorar a estabilidade do carro. Quer por razões económicas quer por uma questão de estilo, esta foi uma solução empregue em quase tudo o que era carro da altura, mas os mais conhecidos com este tipo de jante eram os Minis, os Datsun's 1200 e os Toyota's 1200. Bem pintadas e com o tampão no meio, conferem ao carro um aspecto "old school", já pouco visto hoje em dia. É preciso tomar atenção para trabalhos mal feitos, pois é muito fácil para o torneiro mecânico que as modificar, deixar as jantes empenadas ou mal soldadas.-"SPEEDWELL" 5,5": De fabrico inglês, esta jante fazia parte de um vasto catálogo de extras do conhecido preparador britânico. Usam porcas especiais e hoje em dia são raras de ver.-Sem marca 5,5": Esta jante não tem qualquer referência ao fabricante. Era comum em inglaterra no inicio dos anos 70"Cosmic 4,5"- Outra jante da "Cosmic". Fabricada no inicio dos anos 60, estas jantes equipavam algumas versões especiais de fábrica (Cooper) e eram tambem aplicadas nos carro tranformados pela britânica "Wood&Picket". Hoje em dia são bastante raras.-"Cosmic 5,5"- Muito parecida com a jante anterior, esta "Cosmic" tem de facto diferenças, principalmente a largura. Construidas em meados dos anos 60, hoje tambem são algo raras e fizeram parte da lista de extra de fábrica para os Minis novos.-"Mistral"- Semelhante ás "Miniligth", esta jante italiana é uma réplica mais económica da mitica marca inglesa. O tipo de material e a sua construção diferem muito das suas concorrentes e apresenta um centro menos elegante. Muito comum em Itália.-"Dunlop" 5,5"- Do conhecido fabricante de pneus, esta "dunlop" era muito comum nos anos 60, e amplamente usada e competição, especialmente em carros ingleses. Apesar de serem dificeis de ver, é possivel ainda hoje encontrar novas. Um jogo de 4 custa á volta dos 250€.- "Cosmic" de 5,5"- A mesma marca, outro desenho. Anos 70. Invulgares.




- Mini Cooper S de 4,5".- Originárias dos primeiros Mini Cooper S, estas jantes em ferro são provavelmente as mais raras de todas. Não são as mais resistentes e como tal, iam sendo trocadas por outras durante a vida dos carros. Foram fabricadas apenas durante dois anos (63 e 64).
- "Cosmic de 5,5". Bonita e pouco comum. Anos 70.-COBRA de 6" X 12". De fabrico inglês, estas "COBRA" de 12 polegadas são raras em Portugal. Anos 80 / 90. -"British Leyland" de 5,5". Estas jantes são fabricadas pela própria "British Leyland" e surgiram em 1979 nos modelos comemorativos dos 20 anos do Mini. Tambem foram usadas no Mini "Special" inglês. Bonitas e fáceis de encontrar.-"BRAID" de 6" X 10". Do conhecido fabricante de jantes para competição e TT, surgiram em 2004 ou 2005 estas para Mini. São chamadas de jantes tripartidas, porque são feitas de três partes separadas, aparafusadas entre si. O centro ou cubo, o aro interior e o aro exterior. Extra resistentes e leves, são ideais para carros de competição


-"Innocenti" de 5" X 12"- Estas jantes italianas fabricadas para a marca "Innocenti" eram usadas no modelo "De Tomaso", que contava com uma mecânica igual á dos Minis. As suspenções e respectiva furação, é igual ao Mini. Simples e bonitas, são ainda fáceis de encontrar e constituem uma opção diferente para os carros de jante 12. Anos 80- "Rover" de 5,5" X 12". Da primeira série do Mini Metro, estas jantes são realmente de 12 polegadas, pois as que surgiram na segunda série de Metros, já eram as de 12,8 polegadas, ou as "R315" como são conhecidas. Diferentes e algo raras. Anos 80.- Sem Marca. Do tipo "Wolfrace", estas jantes de 5,5" são raras e muito bonitas. Quem sabe mais alguma coisa acerca deste modelo?

15/02/2008 - Afinal estas jantes são mesmo "wolfrace slot-mag". Foram fabricadas na decada de 70 em Inglaterra.

-" OZ " de 6" X 10".- Hoje em dia é bastante conhecida, mas a marca italiana "OZ" já fabrica jantes desde os anos 70, pelo menos...A jante da imagem foi fabricada em 1974 e alem de bonita, é muito leve. Em Portugal são raras. -"Cosmic" de 5,5" - Exemplo do tipo de diferenças que podemos encontrar entre jantes da mesma marca. Estas duas designam-se do mesmo modo mas são diferentes...



...especialmente aqui. A aba exterior não é igual nas duas, e se olharmos com mais atenção, vamos encontrar mais diferenças. Isto tem a ver com o ano de fabrico, a da esquerda é mais moderna.-"MOMO" de 5"- Jante italiana do mesmo fabricante dos volantes. Tambem exise a versão de 6". Robustas e elegantes, começam e ser dificeis de encontrar. As de 6" são ainda mais raras.-"GT" de 6" - Uma das jantes mais vendidas de sempre. Usada em todos os fabricantes e modelos de automoveis, estas "GT" são um verdadeiro fenómeno de popularidade, pois ainda hoje são bastante vistas. Resistentes e muito bonitas. Usam porcas especiais. Comuns em todo o lado. "Cosmic" de 5,5"- Robustas e simples são a melhor maneira de defenir estas jantes. Anos 70, usam porcas especiais. Ainda se encontram com alguma facilidade. Tambem já as vi da marca "GT""Mamba" de 6". Jantes inglesas. Muito usadas em competição em meados dos anos 60. Extra leves, muito fortes e bem ventiladas. Usam porcas especiais. Raras e dificeis de encontrar em qualquer lado.


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